Saindo do normal
Tenho passado por umas situações ultimamente que me fizeram pensar: por que freqüentemente complicamos tanto uma relação, hein? Não adianta dizer que não! Em toda nossa vida amorosa, pelo menos uma vezinha já saímos da nossa normalidade. Você acorda, promove todo aquele conjuto de atos repetitivos do cotidiano, trabalha, volta pra casa, ainda tem um "xodó" para te beijar à noite... e quando esse benzinho vem te beijar, você já sente uma pontinha de desconfiança, porque... sei lá... de repente os olhos dele não brilharam (ou qualquer outra circunstância que sua cabecinha maluca inventa só para sair do comum). Às vezes teimamos nesse mecanismo auto-defesa mais do que deveríamos. E quando vimos o nosso relacionamento foi pro beleléu!
Sim, culpa nossa... na verdade nada daquilo que ousamos imaginar, criamos, inventamos, rodamos rolos e mais rolos de filmes, com atores, roteiros, fotografia, figurino, e toda uma parafernalha cinematográfica que, ao final, só existia mesmo nas nossas cabeças. Então você pensa: também, ninguém quer mais dialogar. Ninguém se interessa em saber o que realmente está acontecendo e niguém quer deixar as coisas claras o suficiente. Temo em dizer, mas esse "ninguém" também pode ser um "alguém" que conhecemos muito bem: "nós mesmos"! Cabe a nós buscarmos o diálogo compreensível, perfeito! A torre de babel começa pelo imaginário de cada um, do que achamos ou que pensamos que fulano fez, ou disse. A partir do ponto em que tivermos a consciência de que é nosso papel contribuir para a comunicação ideal entre os sobreviventes, faremos nossa parte. Por que pensar que seu benzinho não te ligou porque estava com outra? Por que imaginar que sua garota não vai sair com você hoje porque está de caso com um outro rapaz? Eu mesmo sou assim... imagino mil coisas e sofro por antecipação. É que nem peru de véspera! Ele já sabe que vai morrer, e sofre até... até morrer de verdade! Não era melhor ter aproveitado os últimos instantes de vida?
Então pronto, farei isso: vou sofrer mais de véspera não! "O que tiver de ser, será", já dizia a grande rainha dos baixinhos (que podre isso rs rs rs). O certo é não se deixar levar pelo emocional, tentar pensar com a cabeça mesmo e não, figurativamente, com o coração! E quem tiver suas verdades e suas dúvidas que dialogue! É o melhor remédio, certeza! Só assim voltaremos à normalidade relativa!
Beijos a todos.

1 Comments:
to c 3 amigas em crise de reolacionamento por causa disso...
É nessas horas que eu me dou conta do quanto eu to feliz solteira...
Postar um comentário
<< Home