segunda-feira, outubro 17, 2005

Sei que há questões muito mais importantes a serem discutidas aqui, como a proibição do comércio das armas no Brasil, o interesse americano e sua intervenção nos projetos de lei tramitando no Congresso, dentre outros, mas não! Falemos de algo mais, digamos... mais "batido" e mais inerente ao ser humano. Ele nasce, cresce e - acreditem - evolui! Depois morre e... só pó. Enfim, ele passou por todos os processos da vida, e, ainda que haja algo que deva ter se arrependido de fazer, foi feliz - pelo menos em teoria - podendo até, caso tivesse as mesmas oportunidades, fazer tudo novamente.

O amor moveu o homem e fez dele seu escravo. Mesmo que ele não tenha percebido, ele era um escravo, do dinheiro, de alguém... o amor o torna cego. Sem isso, qual seria o real sentido da vida> Não queria que pensassem que se banalizou, mas é fato: esse assunto já está ultrapassado, assim como a vitamina de banana que tomo todo os dias pela manhã, mas que é essencial, e é cíclico, renova-se a cada dia! Cabe a nós entendermos e sabermos conviver com essa realidade.
As pessoas, durante toooodo esse processo de viver, apaixonar-se, casar-se, ter filhos e netos, decepcionar-se, amam muito. Amam o vizinho. Amam um só, mas quase sempre amam sim(!) várias pessoas ao mesmo tempo. Por isso que, mesmo que receba críticas dos românticos incuráveis e cegos de paixão, a verdade é que o casamento monogâmico não tem mais tanto poder quanto tinha no último milênio! O que fazer para adaptar-se aos novos e obscuros tempos>
Primeiro que nem tão obscuros assim, porque nos adaptamos sempre e tudo passa à nitidez. É inerente ao homem saber adaptar-se. E felicidade se constrói das mais inacreditáveis situações ou condições. "Pedro que amava Dora, que amava Lia, que amava".... já dizia Chico Buarque, e isso na década de 70, hein... auge da revolução sexual que deu frutos como a mim, provavelmente a você também! E que foi crucial para chegarmos até aqui, eu desse lado do monitor, você ai do outro lado da conexão, discutindo sobre o amor e o sexo na nossa era. Novas realidades, novos dramas, o poder da TV influenciando pessoas, da religião, da política social. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!! Chega! Próximo post começo mesmo a dizer o que aprendi com esses 9 anos de simplórias experiências amorosas. Só não me arrependo de nada, pois arrepender-se é fechar-se para o futuro. É olhar o passado e tentar revivê-lo. Impossível! Perda de tempo! Caminhemos! Muito há para ser discutido.
Grande abraço e sintam o sex em Recife.

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Doreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii esse texto e acho que se encaixa comigo tb migão!!! Passei pra curtir a leitura e te dar um eijo virtual!!!! Fuixxxx!!!

17 outubro, 2005 18:55  
Blogger Camila Vasques said...

Bem Vindo mais novo blogueiro de Recife!!
Muito bom o texto!!!!! Que a qualidade continue essa... Discordo de alguns pontos, mas mesmo assim, parabéns!!
Ganhou uma leitora assídua!!!
Beijossssss Tiba!!

17 outubro, 2005 19:02  

Postar um comentário

<< Home