domingo, outubro 30, 2005

A EX FIGURA

Muito embora eu tenha falado hoje mesmo para uma amiga que os "ex" são "ex" mesmo, que o passado já passou: é passado(!) e que a partir de hoje o presente é que impera o tempo, volta e meia - no presente - é o "ex" que reaparece, em forma de tentação! Queima todos os nossos princípios, faz com que escolhamos largar nossa vida certinha, ajustada, para revivermos aquela história mal resolvida que havia ficado - isso é o que achávamos - no passado.

Ela está de volta. Agora, como um furacão, devastando nossa mente. Será essa a razão dos nomes femininos imputados a todos os grandes furacões, tornados e catástrofes naturais que acontecem, por exemplo, nos Estados Unidos? Será que a Wilma, a Beta e a Katrina foram mulheres que devastaram as vidas dos metereologistas, cientistas e afins? Garanto que, na nossa realidade, eu poderia nomear certas catástrofes urbanas com os nomes de certas figuras que passaram na minha vida e deixaram marcas incuráveis, sem cometer injustiça alguma!
Um dia desses me vi pensando em alguém que fez parte do passado! E doeu! Chorei feito menino! Precisei de um ombro, ou melhor, do seu ombro... contentei-me com o travesseiro! Precisei de um divã... contentei-me com esse blog! O que será que o ex tem de tão mágico que faz com que percamos o chão em determinadas horas, cometamos loucuras? Explicação número um: relacionamento mal resolvido. Hmmmm... e será que se só parássemos para conversar, somente isso... será que ficaríamos satisfeitos? a resposta seria negativa, porque na certa gostaríamos de tentar mais uma vez. Uma conversa não teria a menor graça. Bom mesmo seria beijar de novo, sentir a pele, o calor, o coração batendo forte. Reviver a história é sempre acompanhado de uma arritmia cardíaca inexplicável, porque mesmo que saibamos que vai dar em merda, a gente sabe que dessa vez a merda vai ter nova roupagem. E a curiosidade - que matou o burro - é maior. Ahhhh!! Então é jogar a moralidade, a vergonha, a timidez pro alto e viver a montanha russa do ex. Sem sinto de segurança, sem cabo pra segurar (porque reviver um relacionamento com o ex é isso mesmo: perigo, adrenalina, aventura, somados com a insegurança do próprio objeto).
Chorei porque quis reviver esse passado, mesmo sabendo que se isso acontecesse eu iria ficar tão mal ou pior do que eu fiquei quando acabou a primeira vez.
Mas quero também deslocar o estudo de caso para a seguinte situação: e o(a) ex da(o) sua(seu) namorada(o)? e se ele reaparece? Há quem se sinta tão seguro que nem liga pra isso. Eu mesmo, sempre com o pé atrás. Sim, sou ciumento com as figuras dos ex's! E pior ainda é quando o ex já passou dessa pra melhor. Ai você tem que concorrer com o "inconcorrível"! O falecido ou a falecida era perfeita (quem ousaria falar mal de defunto?)! Você às vezes tem que aguentar a foto dele(dela) no bolso do seu namorado. E vá falar alguma coisa, pra você ver como ela vira um bicho!
O ex tem um privilégio enorme em cima da gente, pois já conhece tudo da vida da sua namorada, sabe onde deve pisar, sabe onde o terreno é fofo, onde estão os defeitos e as qualidades... às vezes mais do que a gente!
Viver uma história do passado só me levou ao passado. Exatamente. Só me fez regredir. E por mais que eu diga que jamais voltaria com a figura, eu sei que cairia na tentação! Pronto, a sessão acabou! E me deu uma vontade danada de escrever um email pra ex e dizer o quanto eu sinto a sua falta! Nada como me sentir com meus imaturos 18 anos de novo!!
Beijos

quarta-feira, outubro 26, 2005

Saindo do normal

Tenho passado por umas situações ultimamente que me fizeram pensar: por que freqüentemente complicamos tanto uma relação, hein? Não adianta dizer que não! Em toda nossa vida amorosa, pelo menos uma vezinha já saímos da nossa normalidade. Você acorda, promove todo aquele conjuto de atos repetitivos do cotidiano, trabalha, volta pra casa, ainda tem um "xodó" para te beijar à noite... e quando esse benzinho vem te beijar, você já sente uma pontinha de desconfiança, porque... sei lá... de repente os olhos dele não brilharam (ou qualquer outra circunstância que sua cabecinha maluca inventa só para sair do comum). Às vezes teimamos nesse mecanismo auto-defesa mais do que deveríamos. E quando vimos o nosso relacionamento foi pro beleléu!
Sim, culpa nossa... na verdade nada daquilo que ousamos imaginar, criamos, inventamos, rodamos rolos e mais rolos de filmes, com atores, roteiros, fotografia, figurino, e toda uma parafernalha cinematográfica que, ao final, só existia mesmo nas nossas cabeças. Então você pensa: também, ninguém quer mais dialogar. Ninguém se interessa em saber o que realmente está acontecendo e niguém quer deixar as coisas claras o suficiente. Temo em dizer, mas esse "ninguém" também pode ser um "alguém" que conhecemos muito bem: "nós mesmos"! Cabe a nós buscarmos o diálogo compreensível, perfeito! A torre de babel começa pelo imaginário de cada um, do que achamos ou que pensamos que fulano fez, ou disse. A partir do ponto em que tivermos a consciência de que é nosso papel contribuir para a comunicação ideal entre os sobreviventes, faremos nossa parte. Por que pensar que seu benzinho não te ligou porque estava com outra? Por que imaginar que sua garota não vai sair com você hoje porque está de caso com um outro rapaz? Eu mesmo sou assim... imagino mil coisas e sofro por antecipação. É que nem peru de véspera! Ele já sabe que vai morrer, e sofre até... até morrer de verdade! Não era melhor ter aproveitado os últimos instantes de vida?
Então pronto, farei isso: vou sofrer mais de véspera não! "O que tiver de ser, será", já dizia a grande rainha dos baixinhos (que podre isso rs rs rs). O certo é não se deixar levar pelo emocional, tentar pensar com a cabeça mesmo e não, figurativamente, com o coração! E quem tiver suas verdades e suas dúvidas que dialogue! É o melhor remédio, certeza! Só assim voltaremos à normalidade relativa!
Beijos a todos.

sábado, outubro 22, 2005

Sem querer ser pessimista, mas namoro é também uma instituição falida, assim como o casamento. É a única conclusão a que chego. Chega posso prever... pessoas solitárias vagando pelas ruas, preocupadas somente com suas carreiras profissionais, sua saúde, seu patrimônio! Nem família vai existir mais.
Ah, é? Não concorda? Nem eu! Mas só pode estar acontecendo isso, porque ninguém mais vê futuro no conhecer o outro. Primeiro vem a lascívia, e depois... e depois... ah, e depois "vamos cada um pras suas casas porque eu tenho mais o que fazer". Tem o cachorro para mandar tosar, fazer aquele relatório que o chefe pediu, e à noite tomar sorvete assistindo o humorístico da TV. É... influência americana!! Mas eu mesmo já me peguei fazendo isso! Porque acho que já desacreditei no companherismo, no interesse das pessoas de se comprometerem umas com as outras... de se "meterem" nem tanto!
Um namoro hoje dura no máximo 3 meses. Dai vem a primeira crise, que pode ser a última também. Cabou-se. E, à proporção em que se é mais jovem, quando as coisas ainda não estão muito bem definidas, delineadas na cabecinha imatura dos seres, esses namoros acabados tendem a voltar. É muito raro você não ter voltado com um ex que seja! Ah, se aconteceu com você, espero de coração que tenha dado certo a volta (ou que ainda dê), mas incontestavelmente há outro fato: nunca dá! Já aconetceu diversas vezes, e é regra! Você já conhece a figura, já sabe dos medos, frustrações, inseguranças. Você tem sim um carinho especial por ela, mas nã dá certo!!! Hoje eu realmente estou melancólico, desacreditado de tudo, mas há quem diga que o namoro ainda não acabou, e que as pessoas só têm que achar a pessoa certa. Sei não... eu já encontrei várias pessoas certas, mas nenhuma delas era realmente certa. Acho que não existe isso! É fantasia! Enquanto isso, vamos ficando com as erradas. Mas eu penso realmente em parar, mesmo sabendo que pior do que não ser amado, é não sentir amor por nada! Esse vazio quebra a felicidade em potencial. E esse é o vazio em que se encontra hoje nos relacionamentos de conhecimento pré-cumplicidade!

sexta-feira, outubro 21, 2005

O erro!

Certa vez me disse:
"olha, o problema não está com você, mas comigo! Não dá mais para continuarmos"!!! - isso uma semana depois de dizer que não viveria sem mim.
E com absoluta certeza essa pessoa, a qual não ousaria dizer o nome para não criar embaraços, não morreu no dia seguinte ao fim do namoro! O pior dessas coisas não é você, ingênua criatura divina que acreditou em palavras, gestos, olhares, espamos sexuais, observar seu mundo ruir aos seus pés... o pior é não saber "QUE PORRA EU FIZ DE ERRADO DESSA VEZ"?
Costumo me perguntar: será que fui muito romântico? ou será que fui muito frio? Será que não dei atenção devida? Ou será que veio outro e fez melhor? Será que, nesse caso, eu fui traído?? E dúvidas morarão com você até que alguém um dia identifique se você tem algum defeito tão monstruoso assim mesmo ou não! Melhor que percebam logo - e, principalmente, te contem o mais rápido possível - porque daqui pra frente suas relações amorosas podem vir a se acabar porque você não sabe o que você tem de errado (se realmente tem!).
Aí eu pedi, implorei para dizer o que a dita cuja não havia gostado em mim... foi meu cabelo? meu jeito? meus gostos? What the hellllllllllllllll? Deu vontade de dizer: "put your finger in your ass and turn it"!! Mas eu, muito educadamente, calei-me. Só queria entender porque fui trocado por outro, muito pior do que eu, diga-se de passagem! Ai me dei conta que realmente o problema não era comigo. E que eu fui trocado, embora tenha falado reiteradas vezes que aquele outro idiota tava se aproximando muito rápido da gente. Que havia nos paquerado (aos dois), mesmo sabendo que namorávamos. É né? Se o defeito não é comigo, então isso pode voltar a acontecer com outros. É só esperar sentado, ou deitado... um dia acontece! Mas ai, não quero estar deitado esperando não. Quero estar é muito vivendo, curtindo e amando outras pessoas. Aquelas que valorizam até os meus defeitos, aquelas que os acham essenciais à minha pessoa. Aquelas que me vazlorizam pelo que eu sou!!!!
Boa tarde a todos.

quinta-feira, outubro 20, 2005

Que loucura!!!

Certo que em Recife só dá gente doida. Mas acho que isso é um mal mundial. É um que diz que gosta daqui, outro que finge que ama dali, e no final tá todo mundo de olho mesmo é no quitute do vizinho... ou melhor... da vizinha... ou de ambos.
É que eu só fico com gente doida, assim como minha amiga Priscilla, que entende desse assunto como ninguém, né Priu? Ela já deve ter ficado com todo mundo que um dia, certamente, iria parar na Tamarineira (brincadeirinha)!!!! Não estou vivendo nada disso agora... tou falando do passado, não muito longínquo, de três semanas para trás. Foi gente que abusou da minha confiança, gente que me deixou um mês grudado no telefone esperando que ligsse para dizer "tou vivo"... quando no final eu já queria mesmo que estivesse morto! Aiaiaiii!!! A essa altura, o macaco velho aqui já sabia que banana dada de graça é bem estranho... tem alguma coisa errada: ou está estragada ou tem uma cordinha presa na parte de baixo, que alguém, mais cedo ou mais tarde, vai puxar! Ah, tem os bonzinhos também que realmente doam mesmo, de coração... mas esses dai são tão loucos que nem conta! kkk
Pior que o mundo está se acostumando com pessoas loucas, e está inclusive levando pessoas saudáveis como nós à loucura também. Isso é efeito dominó... vai acabar chegando na gente, e, quando chegar, ai sai de baixo, que será a nossa vez de fazer alguém achar que somos os loucos da história! É, porque a gente vai ter que dançar conforme a música, senão é toda hora caindo, se estrepando, levantando, e levando baque de novo!
Loucura mesmo é achar que isso é normal hoje em dia. Isso não deve ser normal, gente! Neguinho (ou neguinha) acha que somos objeto, que pode ficar hoje e fingir que não conhece amanhã, ou conhecer toda a sua família e no outro dia te dar um pé na bunda tão sustento que você tem que pegar o avião de volta, de onde você tenha ido parar, até sua cidade de origem! Não, meus filhos, a vida é mais do que isso. Previna-se!!! Nada melhor do que o orkut da vida real... vá atrás das pessoas que conhecem o seu novo pretendente e obtenha informações seguras sobre ele. É essencial para você garantir e atestar o selo de sanidade mental. Pena que o In Metro não tem atribuição para averiguar relacionamentos, pessoas... (risos). Mas isso aqui é só um toque para que você não caia no conto do "Napoleão"!
Beijos sexys from Recife.

quarta-feira, outubro 19, 2005

Fazendo valer a pena

Hoje foi um dia bom. Fui viver um pouco da cultura pernambucana na apresentação do espetáculo "Pernambucanamente" do grupo Mandacaru da UNICAP. Sim, lógico, o Kléber dança lá nesse grupo e eu fui prestigiá-lo. Na verdade eu estava ansioso pelo espetáculo, porque gosto muito quando valorizam nossa cultura. Mas fiquei pensando: fazemos tanto pelo outro quando gostamos dele... será que vale a pena?

Não que assistir ao espetáculo fosse penoso, longe disso! Mas esse lance de sair em plena quarta-feira atrapalha alguns pontos dos meus objetivos pessoais! Isso foi um esforço de minha parte! Mesmo assim eu fui, e me deliciei com o espetáculo. E o Kléber estava muito bem, sem querer ser parcial (já sendo)!

Então me veio à memória o que eu, conversando com uma amiga outro dia, havia perguntado a ela: "como está seu relacionamento?". Ela disse que estava completamente apaixonada, e que tinha medo disso! E sei que o caso dela é ainda muito bom, porque a gente vê nos olhos dele o amor que ele sente por ela. E ela faz muito por ele, e é dedicada sobretudo ao relacionamento. Mas às vezes pode ser que passemos realmente dos limites, fazemos tanto pelo outro que esquecemos de nos dar o devido valor. Então tá!
Regra n.1: nunca dar mais valor ao outro do que a si próprio (isso é essencial);
Regra n.2: nunca demonstre tanta paixão, que isso meio que afasta o outro! Às vezes pode acontecer da outra pessoa se encantar totalmente por você a ponto de te tirar todo o ar, é uma faca de dois gumes;
Regra n.3: fique sempre com um pé atrás.

Desde que acabei meu último relacionamento sério sério mesmo - aquelo que vai... volta... vai... volta - eu acabei ficando pra sempre com os dois pés atrás. Se possível, sempre esperando para que puxem meu tapete. Mas acho que só um verdadeiro e novo amor, além do tempo, pode curar essas sequelas.

Já fui assim, de me entregar totalmente, e levei sempre a pior. Hoje sou mais duro na queda, se caio, me relo todo, mas me levanto hoje de cabeça erguida. E o mundo dá muitas voltas, eu sei que dá - depois conto umas muito boas sobre o poder do destino (ohhh). Dai hoje não sei se vale tanto a pena se dedicar tanto. As pessoas não querem nada com nada, com raríssimas exceções! Outras amigas já acham que vale a pena você se deixar levar pela paixão. Ou pelo amor. Quando eu conseguir me abrir mais para isso, quem sabe, né? Por enquanto estou vivendo um momento mito bom, mas espero que se torne melhor. Esperança é a última que morre - desculpem pelo clichê - mas pior é que mesmo quem já está cansado de guerra ainda tem esperança de que tudo possa dar certo no final.

Já que é assim, a melhor e mais eficiente regra até agora é não fazer planos. Não no começo. Não no meio. Talvez melhor deixar tudo pra quando você tenha mais ou menos uma certeza de que o fim está suificientemente longe dos seus olhos.

Viva o sex em Recife.

segunda-feira, outubro 17, 2005

Sei que há questões muito mais importantes a serem discutidas aqui, como a proibição do comércio das armas no Brasil, o interesse americano e sua intervenção nos projetos de lei tramitando no Congresso, dentre outros, mas não! Falemos de algo mais, digamos... mais "batido" e mais inerente ao ser humano. Ele nasce, cresce e - acreditem - evolui! Depois morre e... só pó. Enfim, ele passou por todos os processos da vida, e, ainda que haja algo que deva ter se arrependido de fazer, foi feliz - pelo menos em teoria - podendo até, caso tivesse as mesmas oportunidades, fazer tudo novamente.

O amor moveu o homem e fez dele seu escravo. Mesmo que ele não tenha percebido, ele era um escravo, do dinheiro, de alguém... o amor o torna cego. Sem isso, qual seria o real sentido da vida> Não queria que pensassem que se banalizou, mas é fato: esse assunto já está ultrapassado, assim como a vitamina de banana que tomo todo os dias pela manhã, mas que é essencial, e é cíclico, renova-se a cada dia! Cabe a nós entendermos e sabermos conviver com essa realidade.
As pessoas, durante toooodo esse processo de viver, apaixonar-se, casar-se, ter filhos e netos, decepcionar-se, amam muito. Amam o vizinho. Amam um só, mas quase sempre amam sim(!) várias pessoas ao mesmo tempo. Por isso que, mesmo que receba críticas dos românticos incuráveis e cegos de paixão, a verdade é que o casamento monogâmico não tem mais tanto poder quanto tinha no último milênio! O que fazer para adaptar-se aos novos e obscuros tempos>
Primeiro que nem tão obscuros assim, porque nos adaptamos sempre e tudo passa à nitidez. É inerente ao homem saber adaptar-se. E felicidade se constrói das mais inacreditáveis situações ou condições. "Pedro que amava Dora, que amava Lia, que amava".... já dizia Chico Buarque, e isso na década de 70, hein... auge da revolução sexual que deu frutos como a mim, provavelmente a você também! E que foi crucial para chegarmos até aqui, eu desse lado do monitor, você ai do outro lado da conexão, discutindo sobre o amor e o sexo na nossa era. Novas realidades, novos dramas, o poder da TV influenciando pessoas, da religião, da política social. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!! Chega! Próximo post começo mesmo a dizer o que aprendi com esses 9 anos de simplórias experiências amorosas. Só não me arrependo de nada, pois arrepender-se é fechar-se para o futuro. É olhar o passado e tentar revivê-lo. Impossível! Perda de tempo! Caminhemos! Muito há para ser discutido.
Grande abraço e sintam o sex em Recife.

domingo, outubro 16, 2005


Postagem de inauguração é sempre difícil, porque são tantas as idéias, inúmeras conclusões compartilháveis sobre a vida, as relações humanas, o comportamento social, noções de família, amizade, amores, ex-amores, ex-atuais-amores, que complica muito concentrar tudo num só texto. Certo mesmo é que vamos precisar de tempo, paciência, e muitas, muitas experiências sobre o amor e o sexo... bem no estilo sex and the city - para quem não sabe, seriado americano que discute as relações modernas de amor e sexo, não só no continente norte-americano, mas em todo o mundo - sem querer ser piegas ou repetitivo, nem tampouco ter a pretensão de trazer verdades absolutas. A finalidade primordial deste blog é apenas tentar servir de inspiração para discussões futuras, fomentar o pensamento crítico sobre temas relacionados e ajudar a todos que por aqui navegarem a repensar os conceitos que nos são empurrados "goela a baixo", sem que possamos contra-argumentar.

Os temas, como acima expostos, serão sempre ligados ao comportamento humano diante das relações que envolvem carinho, amor, amizade, família, trabalho, enfim, diante de todas as espécies de interação social.

E, embora ambientizado na Cidade do Recife, que fique claro que as situações aqui relatadas e as conclusões compartilhadas servirão a todos, independentemente dos seus locais de origem. Afinal, as interações sociais se repetem, com pequenas variações comportamentais, de norte a sul e leste a oeste do globo terrestre. Ah, e que fique bem claro que não tenho a mínima pretensão de ser rotulado como sociólogo, filósofo, ou o que quer que seja. Estou aqui para discutor esses temas. Quem se sentir à vontade pode opinar, contribuir, ajudar. Este é, acima de tudo, um espaço aberto para todos que têm algo a acrescentar sobre os temas abordados.

Um grande abraço.
E para começar, sintam-se sexy em Recife!